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Bíblia, Escola Sabatina
1 ano atrás

<strong>Motivação</strong>
O famoso dissidente tcheco, que veio a se tornar presidente, Václav Havel, passou décadas insistindo com os cidadãos, individualmente, para que tomassem posição contra o poder cruel do regime opressivo de seu país. Num ensaio que marcou época, intitulado “o poder dos fracos”, ele demonstrou, de maneira convincente, que não importa quão opressivo seja um regime político, pessoas comuns podem transformar a sociedade se tão somente demonstrarem coragem por meio de atos simples e cotidianos de veracidade. Achamos que nossa capacidade de testemunhar em favor de Deus depende de circunstâncias favoráveis ou de encontrarmos a oportunidade certa? Desafie seus alunos com o exemplo da desconhecida menina escrava, cuja coragem criou, na verdade, “ondas de transformação” por todo o mundo conhecido naquela época.
Foco: Entender que o testemunho eficaz não acontece por acaso. O Espírito de Deus reúne o que Ele precisa para atrair homens e mulheres ao Seu reino.
<strong>Compreensão:</strong>
I. Deus torna poderosos os fracos
Pergunta 1: Por que os sírios prestariam atenção ao que uma garota cativa tinha a dizer?
Perturbações, tragédias e transições na vida pessoal podem tornar as pessoas mais abertas à verdade espiritual e levá-las a buscar a Deus

Pergunta 2: O que faz uma pessoa ser poderosa no testemunho?
1. Caráter,
2. Atitude, “Em vez de se concentrar na crueldade e em sua vida de escravidão, ela compartilhou sua inabalável fé no poder de Deus, que transforma vidas”
3. Conduta.
“A conduta da menina cativa, a maneira como se comportou neste lar pagão, é um forte testemunho do poder dos primeiros ensinamentos do lar.”  (Profetas e Reis, p. 125).

II. A autêntica compaixão produz genuína confiança
Pergunta 3: Por que Eliseu aparentemente não deu a atenção a Naamã? Que forma estranha de testemunhar é essa, que inclusive causou indignação no visitante?
2 Reis 5:11-14
1.    Naamã precisava engolir seu orgulho para ser curado.
2.    A pessoa exaltada deveria ser sempre Deus e não o instrumento.
3.    A exigência inicial para a cura de Naamã era fé e obediência

Pergunta 4: Que lições aprendemos da cura de Naamã?
1.    A confissão de Naamã, “Agora sei que não há Deus em nenhum outro lugar, senão em Israel”, prova que o Deus de Israel é soberano no mundo. Esse é o principal tema da Bíblia.
2.    O fato de que Eliseu recusou os presentes (2Rs 5:16) foi uma forma de mostrar que a salvação não pode ser obtida por esforço, nem comprada.
3.    Não podemos ter certeza e perfeita confiança em Cristo enquanto não O reconhecermos como nosso Rei e formos obedientes a Seus mandamentos.

<strong>Aplicação:</strong>
1.    “Deus age em benefício dos que apreciam Seus favores e respondem à luz que lhes é concedida do Céu”.
2.    “A viúva de Sarepta e Naamã da Síria tinham vivido à altura de toda a luz que possuíam; assim foram eles considerados mais justos.”.  (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 232)

<strong>Criatividade:</strong>
A bondade e longanimidade de Deus, Seu abnegado amor pelos pecadores, deve levar todos quantos discernem Sua graça a manifestar o mesmo amor, a dar liberalmente simpatia aos outros.
A pergunta é: Temos nós bênçãos? Sim, temos! Bem, Cristo diz: Passem-nas a outros; não a uns poucos favorecidos, mas a todos com quem entrarmos em contato.